Escândalo Global de Criptomoedas Abala FMI e G20
Governos e instituições financeiras em alerta
Uma investigação internacional expôs um esquema massivo de lavagem de dinheiro utilizando criptomoedas, que envolve altos funcionários do Fundo Monetário Internacional (FMI), líderes do G20 e executivos de grandes bancos centrais. Documentos obtidos por um consórcio de jornalistas revelam transações que somam mais de US$ 12 bilhões em bitcoins e outras moedas digitais, movimentadas através de paraísos fiscais e exchanges não regulamentadas nos últimos três anos.
As evidências apontam para a participação de pelo menos três chefes de Estado, dois ex-ministros da Economia e diretores de bancos centrais da Europa, Ásia e América Latina. O esquema teria sido orquestrado por uma rede de empresas de fachada controladas por um grupo de cripto-influenciadores e hackers russos. A organização criminosa usava stablecoins lastreadas em ouro para ocultar a origem dos recursos, que vinham de subornos, tráfico de influência e desvio de verbas públicas.
O FMI já anunciou uma auditoria interna e a suspensão de dois de seus diretores. O G20 convocou uma reunião emergencial para discutir novas regulações globais para criptoativos. A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) e a Interpol estão coordenando operações em 15 países. Especialistas alertam que o caso pode provocar uma crise de confiança no sistema financeiro digital e acelerar a criação de moedas digitais de bancos centrais (CBDCs).