Cúpula do Clima 2026: Acordo Histórico ou Promessa Vazia?
Um Acordo sem Precedentes
Na última segunda-feira, 130 países, incluindo Estados Unidos, China e Índia, assinaram o Tratado de Copenhague 2.0 durante a Cúpula do Clima de 2026. O documento estabelece metas de redução de 50% das emissões de carbono até 2035, com base em 2020. A secretária-geral da ONU, Maria Silva, celebrou o acordo como ‘um passo necessário para salvar o planeta’.
Críticas e Desafios
Ambientalistas como Greta Thunberg, presente no evento, classificaram o tratado como ‘insuficiente e cheio de brechas’. A ausência de sanções para países que descumprirem as metas foi o principal ponto de contestação. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu o acordo, mas pediu ‘mais ambição’ nas negociações futuras.
Reações Internacionais
A União Europeia já anunciou que implementará o tratado internamente, enquanto os EUA enfrentam resistência no Congresso. A China, maior poluidor global, prometeu cumprir as metas, mas com ressalvas sobre o ritmo de crescimento econômico. O encontro também foi marcado por protestos de grupos indígenas, que exigem proteção para a Amazônia.