Famosos Apostam em Eco-Ansiedade: Celebridades Lideram Corrida Contra a Crise Climática
Famosos na Linha de Frente do Clima
Em 2026, a chamada ‘eco-ansiedade’ deixou de ser um termo restrito a especialistas para ganhar as redes sociais, impulsionada por celebridades que transformaram a crise climática em uma causa pessoal. Nomes como Leonardo DiCaprio, Greta Thunberg (que, embora não seja celebridade tradicional, tornou-se ícone global) e a nova leva de influenciadores brasileiros, como Luisa Mell e Luciano Huck, têm liderado movimentos que vão desde o boicote a marcas poluentes até a criação de institutos ambientais.
O Poder das Redes Sociais
A plataforma Instagram tornou-se o principal palco dessas ações. Em 2025, a hashtag #AtivismoFamosos acumulou mais de 5 milhões de postagens, com artistas usando seus perfis para denunciar desmatamento na Amazônia e poluição no Rio Tietê. A cantora Anitta, por exemplo, anunciou uma parceria com a UNESCO para financiar projetos de reflorestamento no Brasil, enquanto o ator Mark Ruffalo (do filme ‘Vingadores’) liderou uma campanha contra a exploração de petróleo no Ártico.
Impacto e Controvérsias
O ativismo de famosos, porém, não está livre de críticas. Especialistas apontam o risco de ‘lavagem verde’ (greenwashing) e questionam a real efetividade das ações. Em resposta, a ativista Maira Quaggio (Brasil) fundou o movimento ‘Celebridades Autênticas pelo Clima’, que exige transparência nas pegadas de carbono dos artistas. A pressão surtiu efeito: em janeiro de 2026, a Netflix anunciou que exigirá compensação ambiental de todos os seus contratados.
O debate também chegou à TV Globo, que lançou o quadro ‘De Olho no Planeta’, com dicas de sustentabilidade dadas por famosos. Enquanto isso, o The New York Times publicou uma série de reportagens sobre o tema, destacando como a ‘eco-ansiedade’ virou um fenômeno pop — e lucrativo. Marcas de moda, como a Renner, já buscam parcerias com influencers para linhas sustentáveis, mostrando que a tendência veio para ficar.